Diagnóstico Operacional e Plano de Melhoria
Avaliação estruturada por evidências: lacunas, riscos, matriz de aderência e maturidade e plano de ação priorizado.
Entender o diagnóstico →Diagnóstico por evidências, implantação assistida, acompanhamento e capacitação aplicada — integrando técnica, gestão e segurança na operação de sistemas elétricos.
Experiência do fundador na operação de geração e transmissão, do campo à gestão.
Técnico, Regulatório, Eficiência Operacional e Segurança orientam cada avaliação.
Operação, SSMA e Gestão tratadas em conjunto, conforme o escopo de cada projeto.
A análise para no erro individual. As fragilidades nas barreiras e nas condições de trabalho continuam presentes.
Informações se perdem entre turnos, entre o centro de operação e as equipes locais, e entre áreas.
Os documentos existem, mas não refletem a rotina ou não são usados. A operação depende da memória de poucas pessoas.
Operação, manutenção, engenharia, planejamento e SSMA atuam com fronteiras indefinidas — e os riscos aparecem nessas bordas.
Faltam rastreabilidade e evidência. Indisponibilidades em urgência ou fora do prazo surpreendem a gestão.
O serviço de operação é terceirizado, mas a contratante tem pouca visibilidade sobre a qualidade de sua execução.
Não há etapa obrigatória. O ponto de entrada depende do problema e das informações já disponíveis.
Avaliação estruturada por evidências: lacunas, riscos, matriz de aderência e maturidade e plano de ação priorizado.
Entender o diagnóstico →Revisão de procedimentos, responsabilidades e interfaces, organização de rotinas e desenvolvimento das equipes.
Entender a implantação →Revisão periódica de aderência, indicadores e ações, considerando mudanças técnicas e regulatórias aplicáveis.
Entender o acompanhamento →A metodologia TRES define o que avaliamos em cada processo. As frentes Operação, SSMA e Gestão definem onde atuamos com o cliente e com as áreas responsáveis.
Pré-operação, tempo real, pós-operação, normatização e operação local.
Segurança integrada às rotinas, em conjunto com as áreas responsáveis do cliente.
Responsabilidades, registros, indicadores e acompanhamento das ações.
Com ou sem centro de operação próprio, com equipes próprias ou contratadas.
Diagnóstico e recomendações construídos a partir da prática da sala de controle e do campo.
Operação, SSMA e gestão analisadas em conjunto, com atenção às interfaces entre áreas.
Apoio à execução das melhorias, com evidências e ajustes — não apenas relatório.
Procedimentos documentados e equipes preparadas para sustentar o padrão definido.
Tratamos SSMA como dimensão integrada aos procedimentos, às rotinas e às decisões operacionais — em conjunto com as áreas responsáveis do cliente, sem substituir suas atribuições.
Isso inclui riscos nas interfaces entre operação e manutenção, comunicação em manobras, liberação de equipamentos e análise de ocorrências com abordagem sistêmica.
Conforme o escopo de cada projeto, a IA pode apoiar a organização e a análise de informações. Os processos seguem governança definida e as evidências permanecem rastreáveis.
Verificação de coerência entre procedimentos, instruções e referências.
Apoio à análise e à estruturação de registros operacionais.
Identificação de pontos a verificar pela equipe técnica.
Preparação de informações para análise e decisão dos responsáveis.

Engenharia, automação, gestão de ativos e tecnologia, combinadas à experiência em processos operacionais, fatores humanos e segurança. Projetos, pesquisas e capacitação.
Conhecer a parceria →
Aprendizados da aviação aplicados à operação do setor elétrico: fatores humanos, CRM e gestão de equipes em centros de operação e equipes locais.
Conhecer a iniciativa →Comece com uma conversa técnica, sem compromisso. Entendemos o contexto e avaliamos juntos se e como podemos contribuir.
Três ofertas principais, que podem ser contratadas de forma independente ou combinada, além de frentes específicas para ocorrências, operação terceirizada e capacitação.
Não há etapa obrigatória. Quando o cenário ainda não está claro, o diagnóstico é o caminho natural. Quando o cliente já dispõe de um diagnóstico, de uma análise de ocorrência, de uma auditoria ou de prioridades bem definidas, a implantação pode começar diretamente — com um levantamento inicial para validar o ponto de partida.
O acompanhamento recorrente atende quem já tem uma estrutura funcionando e quer sustentá-la.
Avaliação estruturada por evidências para identificar lacunas e riscos, medir aderência e maturidade e priorizar o que fazer primeiro.
Apoio à implementação das melhorias priorizadas — pelo nosso diagnóstico ou por outra fonte confiável — com foco na rotina real das equipes.
Revisão periódica para sustentar as melhorias e evitar a regressão silenciosa que costuma ocorrer depois da implantação.
Abordagem sistêmica, que vai além do erro individual: condições de trabalho, comunicação, procedimentos e fragilidades nas barreiras, com ações proporcionais ao risco.
Avaliação dos serviços de operação contratados, conforme escopo e critérios acordados com a contratante. Não constitui certificação nem fiscalização oficial.
Desenvolvimento das equipes a partir de situações reais da operação: procedimentos, passagem de turno, comunicação crítica, consciência situacional e decisão. Para CRM, veja a AVIAR Energia.
A primeira conversa serve para entender o cenário e as informações disponíveis, sem proposta prematura.
Técnico, Regulatório, Eficiência Operacional e Segurança: quatro dimensões para ler a operação de forma integrada, do diagnóstico ao acompanhamento.
As fragilidades mais relevantes costumam aparecer na interação entre as dimensões — por exemplo, um procedimento tecnicamente correto que não considera a carga de trabalho do turno.
Procedimentos, rotinas, documentação, padronização, qualificação e execução operacional.
Requisitos aplicáveis a cada agente: Procedimentos de Rede do ONS, regulação da ANEEL, normas técnicas e obrigações contratuais.
Indicadores, disponibilidade, programação de indisponibilidades, registros e rastreabilidade.
SSMA integrado à operação, gestão de riscos, fatores humanos e barreiras de proteção.
As quatro dimensões TRES são lentes de análise, aplicadas a qualquer processo. As três frentes — Operação, SSMA e Gestão — indicam os campos em que o trabalho acontece com o cliente.
Um diagnóstico de passagem de turno, por exemplo, pertence à frente Operação, mas é avaliado pelas quatro dimensões: o procedimento, os requisitos aplicáveis, os registros e os riscos envolvidos.
Centros de operação e equipes de operação local de usinas e subestações: pré-operação, tempo real, pós-operação e normatização.
Segurança integrada às rotinas operacionais, em conjunto com as áreas responsáveis do cliente e sem substituir suas atribuições.
Processos, responsabilidades, registros, indicadores e acompanhamento das ações.
Áreas da operação, ofertas, metodologia e interfaces reunidas em uma visão sistêmica. As interfaces com outras áreas fazem parte do problema — não são fronteiras que limitam o escopo.
Instruções, responsabilidades, registros e indicadores coerentes com a rotina real.
Continuidade da informação entre turnos, centro de operação, equipes locais e outras áreas.
Condições para perceber, compreender e antecipar o estado do sistema e decidir em equipe.
Análise sistêmica, com identificação de fragilidades nas barreiras e ações proporcionais.
Avaliação técnica dos serviços de operação contratados, conforme critérios acordados.
Desenvolvimento das equipes a partir de situações da própria operação.
As quatro dimensões aplicadas aos processos e às interfaces para mapear lacunas e riscos.
Ações ordenadas por criticidade, risco e requisitos aplicáveis, com responsáveis e critérios.
Apoio à implementação, ajustes conforme a realidade e geração de evidências.
Revisões periódicas para manter o padrão e incorporar mudanças.
A empresa não substitui as áreas especializadas do cliente. Organiza a operação e suas interfaces e mobiliza competências complementares quando o projeto exige.
Conduzida pela Operação Manganelli.
Interfaces organizadas com as áreas responsáveis, conforme o escopo.
Mobilizadas quando o projeto exige.
Conte qual processo ou área preocupa mais. Discutimos como estruturar a análise.
Os ativos são diferentes, mas muitos processos, responsabilidades e interfaces da operação se repetem. É nesses pontos comuns que concentramos o trabalho.
Com ou sem centro de operação próprio, executando a operação com equipes próprias ou contratadas. Apoio à disciplina operacional, à rastreabilidade e ao atendimento dos requisitos aplicáveis.
Hidrelétricas, PCHs, eólicas e solares, com ou sem centro de operação próprio e com operação própria ou contratada. Apoio à organização das rotinas, às interfaces com manutenção e à integração do SSMA.
Prestadoras que precisam padronizar a execução, organizar processos internos e demonstrar qualidade técnica aos contratantes.
Instalações elétricas críticas — subestações próprias, cogeração ou cargas sensíveis — que exigem operação segura e confiável.
Para transmissoras e geradoras que contratam a operação: avaliação da execução, dos procedimentos, dos registros e das interfaces, conforme escopo e critérios acordados com a contratante.
Trata-se de uma avaliação técnica independente, e não de certificação ou fiscalização oficial.
Converse diretamente com a Operação Manganelli. Se não houver aderência entre a necessidade e a nossa atuação, diremos isso com clareza.
Duas iniciativas com identidade própria que ampliam as competências disponíveis para o cliente. A Operação Manganelli contribui com experiência em processos operacionais, fatores humanos, segurança e gestão; as competências complementares são mobilizadas conforme o escopo de cada projeto.

Engenharia, tecnologia e experiência operacional.
A parceria entre a Tecnix e a Operação Manganelli reúne competências em engenharia, automação, gestão de ativos e tecnologia com experiência em processos operacionais, fatores humanos e segurança na operação de sistemas elétricos.
Voltada ao desenvolvimento de projetos, pesquisas e capacitação, a colaboração integra pessoas, processos e tecnologia, com foco em consciência situacional, gestão de riscos e aprimoramento dos centros de operação e de suas interfaces com as equipes locais.
O propósito é contribuir para decisões mais consistentes e uma operação mais segura, confiável e eficiente.

Aprendizados da aviação. Aplicação na operação elétrica.
A AVIAR Energia é uma iniciativa desenvolvida por Guilherme Manganelli Lopes e pelo Comandante Carlos Augusto Bandeira Moraes, que conecta aprendizados da aviação às necessidades da operação do setor elétrico.
O foco é adaptar práticas de fatores humanos e gestão de equipes à realidade dos centros de operação e das equipes locais, considerando as particularidades técnicas e organizacionais do setor elétrico.
A base é o CRM — Crew Resource Management, abordagem de gerenciamento dos recursos da equipe desenvolvida na aviação. Aqui, CRM não se refere a sistemas comerciais de relacionamento com clientes.
Trajetória na Varig e na aviação executiva. Autor de Fatores Humanos e Gerenciamento de Riscos e idealizador do curso de extensão sobre o tema na UNIFASE.
Mais de 35 anos no setor elétrico, da operação local à gerência. Professor e integrante da coordenação do mesmo curso.
As condições para que as pessoas possam questionar, alertar e contribuir para decisões seguras, independentemente de cargo ou tempo de casa.
O objetivo não é prometer a eliminação do erro humano, e sim fortalecer as condições para que falhas sejam percebidas, comunicadas e contidas a tempo.
Sensibilização, discussão de situações operacionais e desenvolvimento inicial de práticas de equipe.
Avaliação das sete competências e das condições organizacionais, articulada à metodologia TRES, para identificar prioridades.
Implantação acompanhada de práticas, capacitação, briefing, debriefing, comunicação e aprendizagem na rotina operacional.
Fundador da Operação Manganelli · Engenheiro eletricista (UFJF) · Mestre em Engenharia Elétrica, área de Sistemas Elétricos de Potência (UFMG)
São mais de 35 anos de experiência no setor elétrico. Na CEMIG, a trajetória começou na operação local da PCH Marmelos e passou pela pré-operação, normatização, sala de controle e pós-operação, até a gerência — com atuação como coordenador na normatização, na sala de controle e na pós-operação.
Essa vivência formou uma leitura prática da diferença entre o processo descrito no papel e o processo que funciona no dia a dia — e das condições que levam equipes experientes a errar.
Paralelamente, desenvolveu atuação docente na PUC Minas, na FGV e na UNIFASE, onde é professor e atua na coordenação do curso de extensão em Fatores Humanos e Gerenciamento de Riscos.
Início na operação local da PCH Marmelos, na CEMIG.
Planejamento da operação e elaboração de instruções, com coordenação na normatização.
Operação em tempo real e análise pós-operação, com coordenação em ambas.
Gestão de equipes e processos de operação.
PUC Minas, FGV e UNIFASE — incluindo a coordenação do curso de extensão em Fatores Humanos e Gerenciamento de Riscos.
Engenharia de Excelência Operacional aplicada ao setor elétrico.
Os projetos contam com a liderança técnica direta do fundador. Conforme o escopo, reúnem profissionais e parceiros com competências complementares — como a Tecnix e a AVIAR Energia.
Turnos, decisões sob pressão e responsabilidade por ativos em operação fazem parte da trajetória. Isso muda a qualidade do diagnóstico e a confiança das equipes no trabalho.
Recomendamos a partir do que já foi vivido na operação.
Os problemas raramente têm origem em uma única área. A metodologia TRES orienta a análise das conexões entre o que é executado, registrado e gerenciado.
Três frentes. Uma abordagem.
Quando o escopo inclui implantação, apoiamos a execução das melhorias, com ajustes conforme a realidade e entregáveis acompanhados de evidências.
Evidência de execução, não de intenção.
Processos documentados e equipes capacitadas para sustentar o padrão alcançado depois do término do projeto.
A melhoria pertence ao cliente.
Uma conversa técnica direta, sem roteiro de vendas.
Conte o contexto e a necessidade. A primeira conversa serve para entender o cenário e avaliar, com franqueza, se e como podemos contribuir.
Sem roteiro de vendas. Se houver um problema operacional real, discutimos como abordá-lo.
Campos marcados com asterisco são obrigatórios.